
I. A presença real
A palavra Eucaristia provém de duas palavras gregaseu-cháris: ação de graça, e designa a presença real e substancial de Jesus Cristo sob as aparências de pão e vinho.
Os protestantes hodiernos, pelas suas contínuas mudanças, são milhares de divisões em seitas, não acreditam mais na presença de Jesus na hóstia sagrada.
Lutero, menos tolo que seus netinhos, sempre acreditou na presença real de Cristo na Eucaristia, e encarregou-se de responder ele mesmo às objeções de seus degenerados filhos.
Em carta a seu amigo Argentino (De euch. Dist. I, art.) falando sobre o texto evangélico “Isto é o meu corpo”, ele diz: “Eu quereria que alguém fosse assaz hábil para persuadir-me de que na Eucaristia não se contém senão pão e vinho: esse me prestaria um grande serviço.
Eu tenho trabalhado nessa questão a suar; porém confesso que estou encadeado, e não vejo nenhum meio de sair daí. O texto do Evangelho é claro demais” (Textus Evangelicus est nimis apertus).
O mesmo Lutero diz ainda: “Que me apresentem a sua Bíblia, e mostrem-me onde se acham estas palavras: “Isto é o sinal do meu corpo!” Uns torturam o pronome isto; outros apegam-se ao verbo é; um terceiro dilacera a palavra corpo; outros, enfim, tratam como algoz o texto inteiro (alii totum textum excarnificant). (In Ap. Com. Dom. V, 17, p. 100).






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Mérito igual ao Rito Latino, com influência oriental.